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sábado, 29 de setembro de 2007

Dias de Summertime

Ouvir Summertime, na versão do Morcheeba.







Pura instigação dos sentidos. Desde a melodia até a voz de Skye. Parece que o calor é tanto que tudo fica mais lento, mas arrastado, saboroso e doce como fruta.

Alguns dias, mesmo com toda a sobrecarga do cotidiano, parecem um Summertime. Tudo se move em câmera lenta, mas não é lento. Tem seu ritmo e seu enlace. O corpo todo envolvido. E é por dentro. Summertime é lento, mas não chega ao relaxante. É tão próprio quanto a celebre frase "no compasso da desilusão". E cada sintonia. E como pode ser próprio dentro de mim algo que do meu eu não nasceu? O que é próprio? Existe próprio?

quinta-feira, 27 de setembro de 2007

Bergman para as perguntas

Bergman devia se fazer perguntas parecidas com as minhas. Talvez ele tenha encontrado

algumas respostas que lhe satisfizeram. Talvez.








Foi um dia em boa companhia: Gorender, Marx e Engels e agora Bergman.







Trecho de Wild Strawberries de Ingmar Bergman: http://www.youtube.com/watch?v=3O01zxTTrQY&mode=related&search=